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Major use cases: the experiment

Two weeks ago our harness-quality number was 86.7%. Today it is 99–100% on the tracked set, measured in the runtime you actually use. New model underneath, rebuilt harness around it.

DateScoreWhat it was
5 Sep 202686.7%30 machine-graded probes.
15 Sep 202693.011 live items; routing 82.8% → 100%.
17 Sep 202699–100Re-measured in the real app runtime. It fell to 95 first — the old benchmark had been flattering us — then twelve out of twelve.

Every case aimed at two things

  1. Full company automation — a whole process handled end to end, not one step of it.
  2. One-shot ability — one request, one delivered result.

Six jobs, run as real errands

  1. Work Orchestrator & Company Memory — triage communications, retrieve knowledge, schedule, assign tasks and chase approvals.
  2. Autonomous Revenue Engine — research markets and leads, create campaigns, personalise outreach, update CRM and draft proposals.
  3. Customer Operations Agent — onboarding, questions, order status, troubleshooting, policy-bound refunds and escalation.
  4. Shared-Services Autopilot — invoices, AP/AR, expenses, reconciliations, procurement, payroll inputs, HR/IT requests, access and compliance evidence.
  5. Delivery Control Tower — projects, staffing, suppliers, inventory, schedules, SOPs, quality and exceptions.
  6. Web Research & Scraping — pull pages, listings and carts with the built-in browser, on sites we have allowlisted.

What these are, honestly

Six proofs of concept, not enterprise tools. We granted whatever connectors each case needed and stopped there — no hardening, no thorough testing. The question was narrower: does the agent land near the point a person dedicated to that job would start from?

What it gets right is the pipeline. It reads the requirement, works out which connectors the job needs — google-firebase, tasks, calendar — and offers each one in the chat, instead of sending you to a settings page:

A run in the chat listing connector cards — google-calendar, google-drive, google-sheets, google-docs, google-slides, google-tasks, google-forms and google-firebase — each with a Handled button, under a note saying the result was produced without live tools and to reconnect the named connectors and retry for live data.
The agent names the connectors a job needs and puts each one in the conversation to grant or detach.

Case one ran on a live machine: read the journalling in the Notes app, predict next week's tasks, email them. It asked, we clicked, the email arrived in the inbox. Case six ran in our own browser: filling a shopping cart on Amazon.

Our agents do not roam the open web. Egress is allowlisted — we open and trust one site at a time. A proxy would be quicker, but an agent can still do the wrong thing on a page it was never meant to touch, so we test site by site and add them deliberately.

One-shot, as we count it

One request, one delivered result. The run may stop once — to ask for access with a button you click — then finishes by itself.

Minimalist or complex — you choose the effort

Three modes: Auto decides, Minimalist returns something useful in minutes, Build goes deep. The lever is how precisely you ask:

A dark dashboard titled Ops Control Center with tiles for active sessions and SLA performance and a terminal-style agent log repeating the same routing line three times.
The vague ask — plausible, and hollow. Name the tables, states and exceptions you actually deal with, and the same pipeline returns the shape of the job:
A dashboard titled Financial Operations with an AP/AR reconciliation table listing vendors, amounts, due dates and paid, pending and flagged statuses, next to an expense approval queue with approve and review actions per employee.
Shared services: reconciliation with a flagged row, and an approvals queue that names who is waiting.
A dashboard titled Delivery Control Tower with project phase timelines, a supplier health list marking one supplier delayed, and an agent stream showing an anomaly detected, SOP-42 contingency triggered, inventory rerouted and a quality check passed.
Delivery: a supplier slips, SOP-42 fires, inventory reroutes, staffing shifts.

Where this leaves the 20%

In our last signal we put ourselves at 20% of an average company automated, the market's best near 40%. Honestly: we do not know whether we are at that 20% today. It has not been measured again — that figure is only as good as the last day we were certain of it — and we will not claim it until it is measured. Nor are we chasing a 100% nobody in this market has reached.

What was measured is the battery we built: LLM plus harness, 86.7% → 99%. Keep the two apart. The combined number can slide with the intelligence of the model underneath — swap the LLM and the score moves. The harness is the half that improved for good.

And what the six cases created was a starter proof-of-concept: in a few minutes the agent takes a job every company has, connects to what it needs, and behaves — sends the email, wires the API, puts something on screen you can begin from.

Next from us: videos of the real thing running — our Jarvis, doing this work, on camera.

The honest lines. Our own machine-graded batteries against the live system — a compass, not an industry-certified benchmark, and not a head-to-head against other tools. Contracts and the pricing model are being finalised right now — the waitlist hears it first.

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Principais casos de uso: a experiência

Há duas semanas o nosso número de qualidade do harness era 86,7%. Hoje é 99–100% no conjunto acompanhado — e medido no ambiente que você usa de facto, não num browser complacente. As duas metades mexeram-se ao mesmo tempo: um novo modelo por baixo, um harness reconstruído à volta dele.

DataPontuaçãoO que era
5 set 202686,7%30 sondas avaliadas por máquina: correção, formatação, idiomas, dados em tempo real, memória.
15 set 202693,011 itens em produção. Pelo caminho, a precisão de encaminhamento passou de 82,8% para 100%.
17 set 202699–100Remedido no ambiente real da app. Caiu primeiro para 95 — o benchmark antigo andava a lisonjear-nos. Doze em doze depois da correção.

Cada caso apontava a duas coisas

  1. Automação total da empresa — um processo inteiro tratado de ponta a ponta, não um passo dele.
  2. Capacidade de uma só tentativa — um pedido, um resultado entregue.

Seis trabalhos, feitos como recados a sério

  1. Orquestrador de trabalho e memória da empresa — triar comunicações, recuperar conhecimento, agendar, atribuir tarefas e perseguir aprovações.
  2. Motor autónomo de receita — pesquisar mercados e leads, criar campanhas, personalizar o contacto, atualizar o CRM e redigir propostas.
  3. Agente de operações de cliente — onboarding, dúvidas, estado de encomendas, resolução de problemas, reembolsos com política e escalonamento.
  4. Piloto automático de serviços partilhados — faturas, contas a pagar e a receber, despesas, reconciliações, compras, inputs de salários, pedidos de RH/IT, acessos e prova de conformidade.
  5. Torre de controlo de entrega — projetos, equipas, fornecedores, inventário, calendários, SOP, qualidade e exceções.
  6. Pesquisa e recolha na web — puxar páginas, listagens e carrinhos com o browser integrado, em sites que autorizámos.

O que isto é, honestamente

Seis provas de conceito, não ferramentas de empresa. Concedemos os conectores que cada caso precisava e ficámos por aí — sem robustecer, sem testar a fundo. A pergunta era mais estreita: o agente chega perto do ponto onde uma pessoa dedicada àquele trabalho começaria?

O que ele acerta é o encadeamento. Lê o requisito, percebe de que conectores o trabalho precisa — google-firebase, tasks, calendar — e oferece cada um dentro da conversa, em vez de o mandar a uma página de definições:

Uma corrida no chat a listar cartões de conector — google-calendar, google-drive, google-sheets, google-docs, google-slides, google-tasks, google-forms e google-firebase — cada um com um botão Handled, sob uma nota a dizer que o resultado foi produzido sem ferramentas em direto e que se devem religar os conectores nomeados e repetir para obter dados reais.
O agente nomeia os conectores de que um trabalho precisa e põe cada um na conversa, para conceder ou retirar.

O caso um correu numa máquina a sério: ler o diário na app Notas, prever as tarefas da próxima semana, enviá-las por email. Pediu, clicámos, o email chegou à caixa de entrada. O caso seis correu no nosso browser: encher um carrinho de compras na Amazon.

Os nossos agentes não andam à solta na internet. A saída é autorizada site a site — abrimos e confiamos num de cada vez. Um proxy seria mais rápido, mas um agente pode na mesma fazer asneira numa página em que nunca devia ter tocado, e por isso testamos site a site e vamos acrescentando de propósito.

Uma só tentativa, como nós a contamos

Um pedido, um resultado entregue. A corrida pode parar uma vez — para pedir acesso com um botão que você clica — e depois acaba sozinha.

Minimalista ou complexo — o esforço é escolha sua

Três modos: Auto decide por si, Minimalista devolve algo útil em minutos, Build vai fundo. A alavanca é a precisão com que pede. Pedido vago, resultado bonito e vazio:

Um dashboard escuro intitulado Ops Control Center com mosaicos de sessões ativas e desempenho de SLA e um registo do agente em estilo terminal a repetir a mesma linha de encaminhamento três vezes.
O pedido vago — plausível e oco.

Nomeie as tabelas, os estados e as exceções com que lida de facto, e o mesmo pipeline devolve a forma do trabalho:

Um dashboard intitulado Financial Operations com uma tabela de reconciliação de contas a pagar e a receber com fornecedores, montantes, datas de vencimento e estados pago, pendente e sinalizado, ao lado de uma fila de aprovação de despesas com ações de aprovar e rever por colaborador.
Serviços partilhados: reconciliação com uma linha sinalizada, e uma fila de aprovações que diz quem está à espera.
Um dashboard intitulado Delivery Control Tower com cronogramas de fases de projeto, uma lista de saúde de fornecedores a marcar um fornecedor como atrasado, e um fluxo do agente a mostrar uma anomalia detetada, o plano de contingência SOP-42 acionado, inventário reencaminhado e um controlo de qualidade aprovado.
Entrega: um fornecedor atrasa, o SOP-42 dispara, o inventário é reencaminhado, as equipas mudam.

Onde isto deixa os 20%

No sinal anterior colocámo-nos nos 20% de uma empresa média automatizada, com os melhores do mercado perto dos 40%. Honestamente: não sabemos se hoje estamos nesses 20%. Não voltou a ser medido — aquele valor vale o que valia no último dia em que tivemos certeza dele — e não o afirmamos enquanto não for medido. Nem andamos atrás de um 100% que ninguém neste mercado atingiu.

O que foi medido é a bateria que construímos: LLM mais harness, de 86,7% para 99%. Convém separar as duas coisas. O número conjunto pode oscilar com a inteligência do modelo que está por baixo — troque-se o LLM e a pontuação mexe-se. O harness é a metade que melhorou de vez.

E o que os seis casos criaram foi uma prova de conceito inicial: em poucos minutos o agente pega num trabalho que todas as empresas têm, liga-se ao que precisa e porta-se bem — envia o email, liga a API, põe no ecrã algo por onde começar.

A seguir, da nossa parte: vídeos da coisa real a correr — o nosso Jarvis, a fazer este trabalho, em imagem.

As linhas honestas. São as nossas próprias baterias avaliadas por máquina contra o sistema em produção — uma bússola, não um benchmark certificado pela indústria, e não um confronto direto com outras ferramentas. Os contratos e o modelo de preços estão a ser fechados agora — a lista de espera sabe primeiro.

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